há 3 meses

Autor: Progest

Descarbonização e Eficiência Energética: Candidaturas Abertas

Durante anos, falar de eficiência energética e descarbonização foi visto como um tema “ambiental”, muitas vezes associado apenas a obrigações legais ou reputação.

Hoje, esse paradigma mudou por completo.


A transição energética tornou-se uma decisão económica, estratégica e competitiva. Num contexto de custos energéticos voláteis, pressão regulatória crescente e exigência de mercados internacionais cada vez mais sustentáveis, as empresas que não se adaptarem arriscam-se a perder margem, clientes e relevância.

É neste cenário que surge o apoio à Descarbonização e Eficiência Energética no âmbito do Portugal 2030, uma oportunidade concreta para as empresas investirem na modernização energética, e com impacto direto na rentabilidade do negócio.



Objetivo:

Este incentivo pretende apoiar operações que contribuam para a:

  • Redução do consumo de energia e emissões de GEE;
  • Substituição, adaptação ou introdução de equipamentos, processos e tecnologias de baixo carbono;
  • Incorporação de energias renováveis;
  • Reabilitação energética de edifícios empresariais;
  • Promoção da transição energética e descarbonização.


O que precisa de saber sobre as fases deste apoio:

Fase 1 - Regime Geral:


  • Dotação: 165.000.000€
  • Beneficiários: Empresas de qualquer dimensão
  • Taxa de financiamento: Até 85% a fundo perdido
  • Candidaturas: Até 27/02/2026
  • Despesa elegível mínima: 400.000€
  • Regiões: Norte, Centro, Alentejo e Algarve 


Fase 2 - Regime Geral:


  • Dotação: 165.000.000€
  • Beneficiários: Empresas de qualquer dimensão
  • Taxa de financiamento: Até 85% a fundo perdido
  • Candidaturas: Até 29/05/2026
  • Despesa elegível mínima: 400.000€
  • Regiões: Norte, Centro, Alentejo e Algarve 


Fase 3 - Regime Contratual de Investimento (RCI):


  • Dotação: Fundos Nacionais até 150.000.000€/ano
  • Beneficiários: Grandes Empresas
  • Taxa de financiamento: Taxa negociada no contrato com AICEP
  • Candidaturas: Até 30/12/2026
  • Despesa mínima elegível: ≥ 25.000.000€ (Exceção para projetos com interesse estratégico, com um investimento mínimo de ≥ 15.000.000€)
  • Regiões: Norte, Centro, Alentejo, Algarve e Lisboa


Principais despesas elegíveis:

Proteção do ambiente:


  • Substituição de equipamentos que recorram a combustíveis fósseis por equipamentos elétricos; 
  • Melhoria da qualidade de serviço no acesso a eletricidade; 
  • Utilização de combustíveis alternativos derivados de resíduos não fósseis; 
  • Incorporação de matérias-primas alternativas no processo de produção visando a redução de emissões (subprodutos, reciclados, biomateriais); 
  • Novos produtos de baixo carbono; 
  • Simbioses industriais para a descarbonização, quer a nível tecnológico quer a nível de sistema; 
  • Substituição de gases fluorados por gases fluorados de reduzido potencial de aquecimento global;
  • Digitalização dos processos de forma garantir a rastreabilidade dos produtos e potenciar a economia circular; 
  • Promover a eco-inovação potenciando cadeias de valor circulares geradoras de novos modelos de negócio e a simbiose industrial; 
  • Introdução de matérias-primas renováveis e com baixa pegada de carbono; 
  • Aposta em soluções digitais através de soluções inteligentes de apoio à medição, monitorização, tratamento de dados para a gestão e otimização de processos, consumos e redução de emissões poluentes;
  • Instalação de sistemas de produção de energia elétrica a partir de fonte de energia renovável para autoconsumo - limite 30% do total das despesas elegíveis
  • Instalação de equipamentos para produção de calor e/ou frio de origem renovável (incluindo bombas de calor); 
  • Adaptação de equipamentos para uso de combustíveis renováveis; 
  • Estudos, diagnósticos e auditorias.


Eficiência energética:


  • Otimização de motores, turbinas, sistemas de bombagem e sistemas de ventilação
  • Otimização de sistemas de ar comprimido (Ex: substituição do compressor de ar, redução de pressão e temperatura, variadores de velocidade);
  • Substituição e/ou alteração de fornos, caldeiras e injetores;
  • Recuperação de calor ou frio;
  • Aproveitamento de calor residual de indústrias próximas (em simbiose industrial);
  • Otimização da produção de frio industrial (Ex: substituição de chiller ou de bomba de calor);
  • Modernização tecnológica, integração e otimização de processos;
  • Sistemas de gestão, monitorização e controlo de energia.


Intervenção em edifícios:


  • Instalação de equipamentos integrados que gerem eletricidade, aquecimento ou refrigeração a partir de fontes de energia renováveis (painéis fotovoltaicos, bombas de calor, etc.);
  • Instalação de equipamentos para o armazenamento da energia gerada pelas instalações de energia renovável (deve absorver pelo menos 75 % da sua energia a partir de uma instalação de geração de energia renovável conectada diretamente, anualmente;
  • Ligação a sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento urbano energeticamente eficiente e equipamento associado;
  • Construção e instalação de infraestruturas de recarga para uso pelos utilizadores do edifício, como condutas, quando instaladas no edifício ou na sua proximidade;
  • Instalação de equipamentos para a digitalização do edifício, em especial para aumentar a sua «inteligência», incluindo infraestrutura de banda larga no edifício;
  • Investimentos em telhados verdes e equipamentos para retenção e aproveitamento da água da chuva.



Como é que a Progest o pode apoiar?

Na Progest, sabemos que a submissão de uma candidatura de sucesso não se limita a preencher formulários: exige visão, rigor técnico e capacidade de transformar investimentos em vantagens competitivas reais

Os resultados são claros, apresentamos uma taxa de aprovação de candidaturas superior a 90%. Somos o parceiro estratégico ideal para si!


O prazo de candidaturas é curto.

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